Arquitetura Bioclimática em Edifícios Universitários
Uma Revisão Sistemática de Literatura
DOI:
https://doi.org/10.17271/23178604134520256027Palavras-chave:
Arquitetura Bioclimática, Edifícios Universitários, Revisão Sistemática de Literatura (RSL).Resumo
Objetivo - Analisar como a arquitetura bioclimática vem sendo aplicada em edifícios universitários, por meio de uma Revisão Sistemática da Literatura (RSL), considerando a relevância desse tipo de edificação como espaços de permanência e formação de valores, bem como sua contribuição frente aos desafios das mudanças climáticas.
Metodologia - O estudo foi estruturado a partir de um protocolo de RSL que incluiu a definição da questão norteadora, a seleção das bases de dados (Scopus, Web of Science, SciELO e Periódicos CAPES), os critérios de inclusão e exclusão, além da análise quali-quantitativa dos estudos selecionados.
Originalidade/relevância - Em um cenário de crescente preocupação com os efeitos das mudanças climáticas sobre a saúde e o bem-estar humano, esse trabalho contribui para a discussão, ao destacar a importância de estratégias projetuais, para ampliação da resiliência climática nos espaços acadêmicos, a fim de promover ambientes mais saudáveis e sustentáveis.
Resultados - Foi identificado que a arquitetura bioclimática é abordada de forma funcional, com ênfase no conforto térmico, eficiência energética e adequação às condições climáticas, com a ocorrência de menções ao retrofit sustentável, ao uso de simulações computacionais, certificações ambientais e estratégias passivas.
Contribuições teóricas/metodológicas - O estudo reforça a relevância do uso da RSL como ferramenta para sistematizar o conhecimento existente e evidenciar tendências, metodologias recorrentes e lacunas de pesquisa relacionadas à arquitetura bioclimática em universidades, integrando dimensões de saúde, resiliência climática e sustentabilidade.
Contribuições sociais e ambientais - Os achados apontam para a necessidade de incorporar soluções bioclimáticas em projetos universitários, ampliando a eficiência energética, a qualidade do ambiente construído e a promoção da saúde e bem-estar dos usuários, fortalecendo a resiliência socioambiental das instituições de ensino superior.
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