Engenharia diagnóstica aplicada à avaliação de imóveis
contribuições para o cálculo da depreciação
DOI:
https://doi.org/10.17271/23178604134820256083Palavras-chave:
Depreciação Imobiliária, Patologias Construtivas, Avaliação de imóveisResumo
Objetivo - Analisar o impacto das patologias construtivas na depreciação de imóveis urbanos e propor a adaptação do método Ross-Heidecke ao contexto brasileiro, buscando reduzir a subjetividade presente nos cálculos tradicionais e ampliar a confiabilidade dos laudos avaliativos.
Metodologia - Foi adotada uma abordagem conceitual e comparativa, com revisão dos métodos de depreciação utilizados no Brasil e aplicação prática a um edifício residencial multifamiliar de 22 anos. A vistoria contemplou áreas comuns e unidades habitacionais, seguindo critérios da NBR 15575 e protocolos técnicos de inspeção predial.
Originalidade/relevância - O estudo é original ao integrar engenharia diagnóstica e engenharia de avaliações, incorporando o diagnóstico de manifestações patológicas como critério para definição do coeficiente de depreciação. Essa proposta preenche a lacuna de métodos que consideram apenas a idade e a vida útil, trazendo maior precisão ao cálculo.
Resultados - Observou-se significativa variação entre os métodos analisados, com coeficientes de depreciação entre 9,88% e 35,02%. O modelo Ross-Heidecke adaptado demonstrou maior potencial para representar a realidade da conservação do imóvel, reduzindo a dispersão dos resultados.
Contribuições teóricas/metodológicas - O trabalho amplia o rigor técnico do cálculo da depreciação, utiliza a NBR 15575 como referência de desempenho e sugere um checklist baseado em anomalias patológicas, aplicável em inspeções prediais.
Contribuições sociais e ambientais - A pesquisa contribui para diagnósticos mais assertivos, que favorecem a valorização de edificações em bom estado, estimulam a cultura da manutenção preventiva e proporcionam maior transparência nas transações imobiliárias. Além disso, fortalece a segurança jurídica e apoia a sustentabilidade urbana ao incentivar práticas de conservação.
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