https://publicacoes.amigosdanatureza.org.br/index.php/cidades_verdes/issue/feed Periódico Técnico e Científico Cidades Verdes 2024-01-03T12:32:43-08:00 Sandra Medina Benini editoraanap@gmail.com Open Journal Systems <p class="font_8"><strong>ISSN 2317-8604</strong></p> <p class="font_8"><a href="https://www.gov.br/capes/pt-br/centrais-de-conteudo/documentos/avaliacao/avaliacao-quadrienal-2017/reaMeListaFinalQualisV2.xlsx"><strong>ÁREA MÃE </strong>- </a><a href="https://www.gov.br/capes/pt-br/centrais-de-conteudo/documentos/avaliacao/avaliacao-quadrienal-2017/reaMeListaFinalQualisV2.xlsx">Qualis Capes 2017-2020</a></p> <p class="font_8">- <strong>Arquitetura, Urbanismo e Design</strong></p> <p>Temos o prazer de informar que o <strong>Periódico Técnico e Científico Cidades Verdes</strong> obteve o <strong>Qualis</strong> <strong>A4</strong> -<a href="https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/index.xhtml"> Resultado divulgado 29/12/2022</a></p> <p>O<strong> Periódico Técnico e Científico Cidades Verdes</strong> está direcionado para a divulgação de trabalhos científicos, resultado de pesquisa de natureza empírica, experimental ou conceitual, resultantes de pesquisas. </p> <p>Para submissão, os autores deverão estar ligados no mínimo a uma graduação e deverão publicar com um docente da instituição de ensino.</p> https://publicacoes.amigosdanatureza.org.br/index.php/cidades_verdes/article/view/4725 Jardins Filtrantes (Wetlands): Proposta projetual no Córrego da Grama Bauru-SP 2024-01-03T12:26:35-08:00 Carolina Bressanin Palharin Carol.bressanin@gmail.com Érica Lemos Gulinelli ericagulinelliarq@gmail.com <p>A região do córrego da grama na cidade de Bauru-SP, sofre frequentemente com enchentes em épocas de chuva, dessa forma o presente artigo teve como objetivo elaborar análise crítica da área de estudo, como também projetar um parque urbano com o sistema de drenagem sustentável chamado “wetland” ou “jardins filtrantes", para prevenir as enchentes e tratar dessas águas de maneira natural. A criação desse parque também teve como objetivo trazer uma área de lazer para essa região predominantemente residencial e com poucas infraestruturas que atendam esses moradores. Dessa forma, pensando no parque como um local de grande importância para a cidade e população, esse trabalho se pautou em referências bibliográficas acerca da drenagem urbana, prevenção de enchentes e purificação de água, bem como na pesquisa de campo, por meio de visita in loco e coletas de dados que foram analisados para entender as potencialidades e fragilidades dessa área. Os resultados dessa pesquisa de extrema relevância social e de drenagem urbana para a região, e ainda para futuras intervenções na área.</p> 2024-01-03T00:00:00-08:00 Copyright (c) 2024 https://publicacoes.amigosdanatureza.org.br/index.php/cidades_verdes/article/view/4726 Infraestrutura verde: Proposta conceitual para o Córrego Barra Bonita -SP 2024-01-03T12:32:43-08:00 Cristina de Jesus Nascimento Arq.crisjn@hotmail.com Érica Lemos Gulinelli ericagulinelliarq@gmail.com <p>A formação das cidades ao redor de córregos e rios é uma prática comum, porém, a falta de políticas públicas, planejamento e ocupação inadequada dessas áreas ribeirinhas geram diversos problemas. A ocupação desordenada nessas regiões resulta em riscos de enchentes, inundações e degradação ambiental. A falta de infraestrutura adequada de drenagem urbana e controle das águas pluviais agrava ainda mais esses problemas. Para mitigar essas questões, propõe-se a implementação de soluções como a infraestrutura verde, a fim de reduzir o escoamento superficial e aumentar a infiltração das águas pluviais. Essas medidas visam diminuir os problemas gerados e promover uma ocupação mais sustentável dessas áreas ribeirinhas. Nesta pesquisa, é fundamental realizar uma análise detalhada da área de intervenção, além de compreender brevemente a origem da cidade de Barra Bonita e sua relação com os corpos d'água locais, em especial o Córrego Barra Bonita. Para lidar com os problemas causados por enchentes e inundações, é necessário adotar soluções técnicas baseadas em infraestrutura verde. Assim, este estudo tem como objetivo propor intervenções projetuais que abordem os aspectos urbanísticos, arquitetônicos e paisagísticos em áreas que enfrentam graves problemas decorrentes da ocupação irregular e das inundações causadas pelas fortes chuvas.</p> 2024-01-03T00:00:00-08:00 Copyright (c) 2024 https://publicacoes.amigosdanatureza.org.br/index.php/cidades_verdes/article/view/3912 Planos Municipais de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos Urbanos: uma análise em municípios paranaenses 2023-07-26T07:44:33-07:00 Cleyton Cristiano Crovador cleytoncrovador@gmail.com Ana Paula Almeida anapaulaalmeida899@gmail.com Maiza Karine Barcia maizabarcia@outlook.com Tatiane Bonametti Veiga tatianeveiga@unicentro.br <p>Mesmo após mais de uma década da promulgação da lei nº 12.305, a gestão dos Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) ainda se apresenta como um desafio aos municípios brasileiros, frente às exigências da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), como a elaboração, a implantação e o monitoramento do Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PMGIRS). Nesse sentido, o estudo teve como objetivo a avaliação da qualidade dos PMGIRS de municípios de pequeno e médio porte do estado do Paraná. A metodologia utilizada fundamentou-se na avaliação dos documentos selecionados, frente ao conteúdo mínimo exigido pela PNRS, utilizando de um instrumento adaptado. A amostra avaliada, contou com 26 municípios selecionados ao acaso, a partir dos 399 municípios paranaenses, distribuídos em pequeno porte (11 municípios) e médio porte (15 municípios). Entre os municípios avaliados, os que mais se aproximaram da categoria “bom plano” foram Alto Paraná e Santa Terezinha do Itaipu, com um Índice de Atendimento do PMGIRS (IAP) de 13 e 15, respectivamente, e os demais indicadores tendo uma média de 48,99% e 51,01%. Apesar da qualidade encontrada na avaliação dos PMGIRS e da grande maioria dos municípios não terem ou não divulgarem seus documentos, o presente estudo traz uma discussão ampliada da temática e apresenta uma importante constatação de como está o cenário no estado do Paraná, a fim de preencher algumas lacunas e oferecer, principalmente, subsídios aos gestores para promover possíveis adequações nas atualizações a acompanhamento dos PMGIRS na busca por uma gestão integrada e mais sustentável dos resíduos.</p> 2024-01-19T00:00:00-08:00 Copyright (c) 2024 Periódico Técnico e Científico Cidades Verdes https://publicacoes.amigosdanatureza.org.br/index.php/cidades_verdes/article/view/4225 Quantifying the effect of tree shading on buildings during the summer 2023-10-19T20:45:42-07:00 Thayná Moreira Silva thaysilvamoreira22@gmail.com Dimas José Rua Orozco dimas.rua@ufla.br Luana Elis de Ramos e Paula luana.paula@ufla.br <p>No Brasil, aproximadamente 50% da energia elétrica gerada é consumida em edificações, portanto adotar estratégias para reduzir o consumo de energia é uma maneira eficaz de alcançar maior eficiência energética.As edificações podem ser aprimoradas por meio da substituição de materiais isolante, bem como pela modificação de sua forma. No entanto, para edifícios antigos, as estratégias devem ser aplicadas em seu entorno. Uma opção viável é a plantação de árvores, que, por meio do sombreamento, filtram a radiação solar, alterando assim o balanço térmico. Nesse contexto, o objetivo deste estudo é quantificar o impacto do sombreamento proporcionado por espécies arbóreas no consumo de energia para condicionamento do ar em cidade de baixa densidade populacional. Para alcançar esse objetivo, foram seguidos procedimentos metodológicos que envolveram a coleta de dados empíricos durante três dias de verão. Esses dados foram posteriormente inseridos em um modelo de simulação no software Energy Plus TM. A variável desejada foi a carga térmica da edificação. Os resultados obtidos indicam que o sombreamento proporcionado pelas árvores reduz significativamente a carga térmica. Esse efeito é mais pronunciado às 16:00 horas, com redução de 11,87% ,14 ,92% e 12,55% .Além disso, observou-se uma redução significativa no consumo de energia, sendo de 14,33% para um sistema de ar-condicionado com um coeficiente de desempenho (COP) de 2,60. Assim, conclui-se que o sombreamento na fachada oeste durante o final da tarde no verão reduz o consumo de energia de forma mais eficaz do que o sombreamento pela manhã ou no início da tarde.</p> 2024-02-14T00:00:00-08:00 Copyright (c) 2024 Periódico Técnico e Científico Cidades Verdes