Masterplan expansão oeste de Cuiabá
estudo de viabilidade a partir do planejamento sensível ao clima
DOI:
https://doi.org/10.17271/23178604134420255994Palavras-chave:
Planejamento sensível ao clima, Resiliência urbana, Mato GrossoResumo
RESUMO
Objetivo - O presente estudo tem como objetivo propor diretrizes para a elaboração de um Masterplan para a região oeste de Cuiabá-MT, incorporando a abordagem do planejamento urbano sensível ao clima, com foco na mitigação dos efeitos das ilhas de calor urbano e na promoção do conforto térmico em contextos de clima tropical continental.
Metodologia - Foi adotada a metodologia de classificação por Zonas Climáticas Locais (LCZ), proposta por Stewart e Oke, com base na morfologia urbana e cobertura do solo. A aplicação das LCZs avaliar a ocupação urbana e orientar as decisões projetuais do Masterplan conforme diretrizes legais e ambientais.
Originalidade/relevância - A originalidade reside na integração entre o planejamento físico-espacial (Masterplan) e os parâmetros microclimáticos das LCZs, em uma região de expansão urbana acelerada e vulnerável ao aquecimento urbano.
Resultados - As áreas industriais (LCZ2) e de infraestrutura (LCZ5) foram estrategicamente posicionadas ao longo das rodovias para otimizar a logística, enquanto os corredores verdes (LCZA e B) foram inseridos como mitigadores ambientais, promovendo conforto térmico e qualidade do ar. Equipamentos comunitários (LCZ6) foram planejados junto às zonas residenciais (LCZ4) e demais áreas urbanas (LCZs 3, 5 e 6), visando suprir demandas sociais e conter a expansão desordenada, alinhando o uso do solo à realidade e às necessidades locais.
Contribuições teóricas/metodológicas - O estudo mostra o Masterplan como instrumento estruturante do planejamento urbano climático, ao integrar variáveis microclimáticas nas decisões de uso do solo, oferecendo base metodológica replicável em cidades tropicais.
Contribuições sociais e ambientais - As propostas favorecem a equidade no acesso a serviços, mitigam desigualdades territoriais, promovem a resiliência climática e valorizam a preservação ambiental, com destaque para a criação de corredores ecológicos e a redução de impactos das infraestruturas viárias.
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