Uma análise dos determinantes da destinação de resíduos sólidos no Brasil
DOI:
https://doi.org/10.17271/23178604134920256108Palavras-chave:
Resíduos Sólidos, Desigualdade, Política Nacional de Resíduos SólidosResumo
Objetivo - Analisar a evolução da gestão de resíduos sólidos urbanos (RSU) no Brasil (2014-2022) e identificar os determinantes socioeconômicos do acesso à coleta domiciliar.
Metodologia – Estudo quantitativo que combina análise descritiva de dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) com modelagem econométrica (logit) a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2015.
Originalidade/relevância - Integra a análise setorial com a identificação empírica dos fatores de acesso ao serviço, destacando desigualdades críticas no contexto do descumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).
Resultados – O setor apresenta estagnação na coleta seletiva (32,2% dos municípios em 2022) e crescimento de 21,2% no número de lixões. O modelo logit indica que residir em área urbana aumenta em 125 vezes a chance de coleta. Escolaridade, renda e ser branco também impactam positivamente e significativamente a probabilidade de ter acesso ao serviço de coleta.
Contribuições teóricas/metodológicas - Oferecer análise integrada setorial e econométrica, confirmando a influência de determinantes sociais no acesso a serviços de saneamento.
Contribuições sociais e ambientais – Evidenciar a necessidade de políticas focalizadas para reduzir desigualdades e promover justiça ambiental, alinhado a gestão de RSU com os princípios da PNRS.
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