Injusticias climáticas desde la percepción de los habitantes de Curitiba y su Región Metropolitana
DOI:
https://doi.org/10.17271/1980082722120265879Palabras clave:
Cambio climático, Justicia climática, Interseccionalidad, Percepción urbana, VulnerabilidadResumen
Objetivo: El estudio tiene como objetivo analizar cómo los factores de raza, género e ingresos influyen en la percepción de los impactos del cambio climático en Curitiba y su Región Metropolitana, destacando las desigualdades socioeconómicas y ambientales presentes en los territorios urbanos.
Metodología: Se adoptó un enfoque cuantitativo mediante la aplicación de un cuestionario estructurado a 645 residentes del área de estudio. Los datos fueron analizados estadísticamente para identificar patrones de percepción y sus correlaciones con variables sociodemográficas.
Originalidad/relevancia: El estudio se inserta en el debate sobre justicia climática e interseccionalidad, abordando un vacío teórico y empírico en los análisis de percepciones climáticas en contextos urbanos brasileños. Su relevancia radica en integrar las dimensiones sociales a la comprensión de los impactos ambientales, contribuyendo al avance de las discusiones sobre vulnerabilidad climática urbana.
Resultados: Los resultados muestran que las mujeres, las personas negras y los grupos de bajos ingresos perciben con mayor intensidad los impactos relacionados con lluvias intensas e inundaciones. Estos grupos presentan mayor sensibilidad ante los riesgos climáticos cotidianos, reflejando desigualdades estructurales y territoriales.
Contribuciones teóricas/metodológicas: El estudio refuerza la importancia de incorporar variables interseccionales en las investigaciones sobre cambio climático urbano, contribuyendo al perfeccionamiento de modelos analíticos que integren factores sociales y ambientales en la evaluación de la vulnerabilidad climática.
Contribuciones sociales y ambientales: La investigación evidencia la necesidad de políticas públicas que articulen justicia climática, equidad social y planificación urbana, orientando la formulación de estrategias de adaptación que promuevan la resiliencia y reduzcan las desigualdades en los territorios urbanos brasileños.
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