Utilización de sulfato de amonio en el suelo producido con licor de amoníaco residual de la industria siderúrgica y ácido sulfúrico residual de baterías automotrices en el desarrollo inicial del cultivo de maíz (Zea mays L.)
DOI:
https://doi.org/10.17271/1980082722120266244Palabras clave:
Residuos industriales, fertilidad del suelo, desarrollo de cultivos, fertilizantes alternativosResumen
Objetivo – Este trabajo tiene como objetivo evaluar la viabilidad técnica de la producción de sulfato de amonio a partir de residuos industriales y analizar su desempeño agronómico como fertilizante de nitrógeno y azufre en el cultivo de maíz.
Metodología – La investigación adoptó un enfoque experimental basado en ensayos controlados en macetas. El sulfato de amonio se produjo utilizando ácido sulfúrico residual proveniente de baterías automotrices y licor amoniacal de la industria siderúrgica. Una segunda formulación se preparó empleando ácido residual y amoníaco comercial, mientras que el sulfato de amonio (P.A.) se utilizó como referencia. Las soluciones fertilizantes se aplicaron al suelo en dosis de nitrógeno que variaron de 20 a 120 kg N·ha⁻¹, seguidas de la siembra de maíz (Zea mays L.). Posteriormente, se evaluaron el crecimiento de las plantas y la acumulación de biomasa.
Originalidad/Relevancia – El estudio aborda una brecha relevante relacionada con el reaprovechamiento de residuos industriales para la producción de fertilizantes, contribuyendo a las discusiones sobre la reducción de la dependencia de Brasil respecto a fertilizantes importados. Asimismo, profundiza el conocimiento sobre fuentes alternativas de nutrientes en consonancia con los principios de la economía circular.
Resultados – Las plantas de maíz presentaron respuestas positivas a todas las fuentes de sulfato de amonio evaluadas. Sin embargo, tasas de aplicación más elevadas resultaron en efectos fitotóxicos, especialmente en la biomasa aérea, mientras que la biomasa radicular se vio afectada negativamente incluso en dosis más bajas de nitrógeno.
Contribuciones Teóricas/Metodológicas – Los resultados contribuyen a la comprensión de la dinámica de nutrientes y de los límites de toxicidad asociados a fuentes alternativas de sulfato de amonio, ofreciendo aportes metodológicos para la evaluación de fertilizantes derivados de residuos en condiciones controladas.
Contribuciones Sociales y Ambientales – El enfoque propuesto promueve la valorización de residuos industriales, potencialmente reduciendo pasivos ambientales y contribuyendo a cadenas de suministro de fertilizantes más sostenibles. Además, apoya estrategias orientadas al fortalecimiento de la sostenibilidad agrícola y al fomento de un sistema de suministro de insumos agrícolas más resiliente y autónomo.
Descargas
Referencias
ABRANCHES, J. L.; SORATTO, R. P.; PERDONÁ, M. J. Ureia revestida e o crescimento do cafeeiro arábica. Periódico Eletrônico Fórum Ambiental da Alta Paulista, [S. l.], v. 14, n. 3, 2018. DOI: 10.17271/1980082714320181944. Acesso em: fev. 2026.
ALBORNOZ, F. Crop responses to nitrogen overfertilization: a review. Scientia Horticulturae, Amsterdam, v. 205, p. 79–83, 2016.
AMARAL FILHO, J. P. R. et al. Espaçamento, densidade populacional e adubação nitrogenada na cultura do milho. Revista Brasileira de Ciência do Solo, v. 29, p. 467–473, 2005.
ANDA – ASSOCIAÇÃO NACIONAL PARA DIFUSÃO DE ADUBOS. Principais indicadores do setor de fertilizantes. 2019. Disponível em: https://anda.org.br. Acesso em: ago. 2025.
BULLOCK, D. G.; ANDERSON, D. S. Avaliação do medidor de clorofila Minolta SPAD 502 para manejo de nitrogênio em milho. Journal of Plant Nutrition, v. 21, p. 741–755, 1998.
CHIEN, S. H.; GEARHART, M. M.; VILLAGARCIA, S. Comparison of ammonium sulfate with other nitrogen and sulfur fertilizers in increasing crop production and minimizing environmental impact. Soil Science, v. 176, p. 327–335, 2011.
CONAB – COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO. Acompanhamento da safra brasileira 2023. 2023. Disponível em: https://www.conab.org.br. Acesso em: set. 2025.
COELHO, A. M. Nutrição e adubação do milho. Circular Técnica, n. 78. Sete Lagoas: Embrapa Milho e Sorgo, 2006.
COELHO, A. M. Manejo da adubação nitrogenada na cultura do milho. Circular Técnica, n. 96. Sete Lagoas: Embrapa Milho e Sorgo, 2007.
DELMAR, P.; WIETHÖLTER, S. Épocas e métodos de aplicação de nitrogênio em milho cultivado no sistema plantio direto. Ciência Rural, v. 34, p. 1015–1020, 2004.
FARINELLI, R.; LEMOS, L. B. Nitrogênio em cobertura na cultura do milho em preparo convencional e plantio direto consolidados. Pesquisa Agropecuária Tropical, v. 42, p. 63–70, 2012.
FILHO, I. A. P. Cultivares de milho para safra 2022/2023. Documentos, n. 272. Sete Lagoas: Embrapa Milho e Sorgo, 2022.
HITSUDA, K. et al. Sulfur management for soybean production. In: JEZ, J. (ed.). Sulfur: a missing link between soils, crops, and nutrition. Madison: ASA; CSSA; SSSA, 2008. p. 117–142.
LI, N. et al. Combined effects of nitrogen and sulfur fertilization on maize growth, physiological traits, N and S uptake, and their diagnosis. Field Crops Research, v. 242, p. 107593, 2019.
MALAVOLTA, E. Manual de nutrição mineral de plantas. 1. ed. Piracicaba: Agronômica Ceres, 2006.
MARTINS, I. S. Doses, épocas e modos de aplicação da ureia comum e revestida na cultura do milho. 2013. Dissertação (Mestrado) – Universidade Estadual Paulista, São Paulo, 2013.
NEVES, M. F. et al. Etanol de milho: cenário atual e perspectivas para a cadeia do Brasil. 1. ed. Ribeirão Preto: ENEM, 2021.
NUNES, P. H. M. P. et al. Produtividade do trigo irrigado submetido à aplicação de nitrogênio e à inoculação com Azospirillum brasilense. Revista Brasileira de Ciência do Solo, v. 39, p. 174–182, 2015.
PAVINATO, P. S. et al. Nitrogênio e potássio em milho irrigado: análise técnica e econômica da fertilização. Ciência Rural, v. 38, p. 358–364, 2008. DOI: 10.1590/S0103-84782008000200010. Acesso em: set. 2025.
PAGANI, A.; ECHEVERRÍA, H. E. Performance of sulphur diagnostic methods for corn. Agronomy Journal, v. 103, p. 413–421, 2011.
PROCHNOW, L. I. Nova missão, novos tempos. IPNI-Brasil, 2007. Disponível em: http://www.ipni.net. Acesso em: set. 2025.
RHEZALI, A.; LAHLALI, R. Nitrogen mineral nutrition and imaging sensors for determining N status and requirements of maize. Journal of Imaging, v. 3, n. 51, 2017.
RFA – RENEWABLE FUELS ASSOCIATION. 2023. Disponível em: https://ethanolrfa.org. Acesso em: ago. 2025.
SAINZ ROZAS, H.; ECHEVERRIA, H. E.; ANGELINI, H. Organic carbon and pH levels in agricultural soils of Argentina. Ciencia del Suelo, v. 29, p. 29–37, 2011.
SAE-PR – SECRETARIA ESPECIAL DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS. Produção nacional de fertilizantes. Brasília, 2020. Disponível em: https://www.gov.br. Acesso em: set. 2025.
SANGOI, L. et al. Cobertura nitrogenada como estratégia para reduzir prejuízos da desfolha em milho. Semina: Ciências Agrárias, v. 35, p. 671–682, 2014.
SANTOS, M. S. Nitrogênio: importância, manejo e sintomas de deficiência. Mais Soja, 2020. Disponível em: https://maissoja.com.br. Acesso em: out. 2025.
SCHERER, H. W. Sulfur in crop production. European Journal of Agronomy, v. 14, p. 81–111, 2001.
SOUZA, S. R.; FERNANDES, M. S. Nitrogênio. In: FERNANDES, M. S. (org.). Nutrição mineral de plantas. Viçosa: SBCS, 2006. p. 215–252.
TAIZ, L.; ZEIGER, E. Plant physiology. 4. ed. Redwood City: Benjamin Cummings, 2006.
VIDAL, T. F.; NETO, J. C. Evolução temporal da qualidade da água do açude Gavião/CE. Periódico Eletrônico Fórum Ambiental da Alta Paulista, v. 10, n. 12, 2014. DOI: 10.17271/1980082710122014909. Acesso em: fev. 2026.
VIEIRA, R. F. Ciclo do nitrogênio em sistemas agrícolas. Brasília: Embrapa, 2017.
VITTI, G. et al. Influência da mistura de sulfato de amônio com ureia na volatilização de nitrogênio. Revista Brasileira de Ciência do Solo, v. 26, p. 663–671, 2002.
ZEBARTH, B. J. et al. Evaluation of leaf chlorophyll index for nitrogen recommendations. Communications in Soil Science and Plant Analysis, v. 33, p. 665–684, 2002.
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Periódico Eletrônico Fórum Ambiental da Alta Paulista

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.







