Inteligência Artificial e Paisagem Urbana

reflexões críticas e aplicações

Autores

DOI:

https://doi.org/10.17271/23178604134720256055

Palavras-chave:

Inteligência artificial, Paisagem generativa, Planejamento e gestão

Resumo

Objetivo: Analisar o uso da inteligência artificial analítica e generativa no planejamento e gestão da paisagem urbana, avaliando seus limites, potencialidades e implicações teóricas e práticas.

Metodologia: Revisão teórica fundamentada nas epistemologias críticas do urbanismo, associada aos protocolos do Design Science Research e a experimentos práticos em dois territórios da cidade de São Paulo, utilizando os softwares Roboflow e ChatGPT.

Originalidade/relevância: O estudo preenche um gap teórico e prático sobre inteligência artificial aplicada ao urbanismo, abordando criticamente suas dimensões epistêmicas, sociotécnicas e éticas, ainda pouco exploradas.

Resultados: A dimensão analítica apresentou bons resultados na leitura de elementos físicos e abstratos. A generativa retornou propostas parciais, com acertos pontuais e erros relevantes, exigindo alta supervisão humana.

Contribuições teóricas/metodológicas: Síntese convergente de conceitos, estruturação de uma metodologia replicável e avanço na discussão dos limites da inteligência artificial no urbanismo.

Contribuições sociais e ambientais: Redesenhos das paisagens urbanas conforme parâmetros das cidades humanizadas e resilientes.

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Publicado

10.11.2025

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

CAMPOY, Carlos Quedas; SOUZA , Amanda Maria Rabelo; IZIDORO, Cleide. Inteligência Artificial e Paisagem Urbana: reflexões críticas e aplicações. Periódico Técnico e Científico Cidades Verdes, [S. l.], v. 13, n. 47, 2025. DOI: 10.17271/23178604134720256055. Disponível em: https://publicacoes.amigosdanatureza.org.br/index.php/cidades_verdes/article/view/6055. Acesso em: 5 jan. 2026.