Acessibilidade Simbólica e Apropriação dos Espaços Públicos na Cidade Contemporânea
Parque dos Poderes em Campo Grande - MS
DOI:
https://doi.org/10.17271/23178604134520256023Palavras-chave:
Acessibilidade simbólica, Espaços públicos, Cidade ContemporâneaResumo
Objetivo - Analisar como se configura a acessibilidade simbólica e o processo de apropriação do Parque dos Poderes, em Campo Grande (MS), observando quais são as apropriações do espaço a partir dos usos e percepções dos indivíduos.
Metodologia - A pesquisa adotou uma abordagem qualitativa, exploratória e interpretativa, fundamentada em autores como Lefebvre (2001), Bourdieu (1989) e Zukin (1995), combinando levantamento bibliográfico, análise documental de projetos e legislações, e aplicação de questionário online para captar percepções sobre acessibilidade simbólica e apropriação do Parque dos Poderes
Originalidade/relevância - O objeto da pesquisa identifica a falta de compreensão sobre como a acessibilidade simbólica e a apropriação de espaços institucionais, como o Parque dos Poderes, influenciam as dinâmicas de pertencimento, uso e exclusão social na cidade contemporânea.
Resultados - O estudo evidencia que o Parque dos Poderes atua como espaço de convivência e bem-estar, democratizando o acesso ao lazer e ao contato com a natureza. Entretanto, a disputa de poder manifesta-se na forma como o espaço é apropriado por diferentes usos, gerando tensões e conflitos simbólicos entre os frequentadores. Por ter sido ocupado de maneira espontânea pela população, o Parque carece de infraestrutura física adequada.
Contribuições teóricas/metodológicas - A pesquisa contribui para ampliar o entendimento das disputas simbólicas e sociais nesses espaços híbridos, destacando a importância do planejamento urbano e das políticas públicas na promoção de espaços mais democráticos e inclusivos em cidades em crescimento e fragmentadas, como Campo Grande.
Contribuições sociais e ambientais - O Parque dos Poderes é exemplo de apropriação espontânea do espaço, sendo percebido como patrimônio socioambiental de Campo Grande, porém, seu pleno potencial depende de investimentos em infraestrutura, acessibilidade e segurança.
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