Espaços livres como ativadores comunitários
DOI:
https://doi.org/10.17271/2318847275020192130Resumo
Este trabalho busca analisar os processos de produção e apropriação de dois espaços livres públicos em países latino-americanos a partir de dois estudos de caso, primeiro brasileiro e o segundo equatoriano, com o objetivo de identificar as particularidades do papel do espaço livre público como ativador da organização social nestas comunidades. E assim, construir um panorama a partir de elementos e fenômenos importantes presentes nos cotidianos e apropriações públicas nesses espaços que possam realçar as similaridades entre os casos, apresentando-os individualmente e permitindo a relação com o cenário maior da América Latina. Acredita-se que a análise dos espaços livres públicos é capaz de revelar as especificidades nos modos de apropriação da cidade, dependentes do contexto cultural de cada país. Apesar dos processos de produção do espaço dos países latino-americanos apresentarem muitas semelhanças quando analisados em uma escala macro, existem diferenças que só podem ser percebidas na escala micro. Assim, à medida que se aproxima da escala da rua, as capacidades de resistência, os tempos e as singularidades de cada lugar se tornam mais reconhecíveis e distinguíveis nas espacialidades do cotidiano. Isso demonstra a necessidade de se avançar nos estudos realizados na "escala do cotidiano" que ajudem a perceber elementos de identidade especialmente no contexto periférico. PALAVRAS-CHAVE: Espaços livres públicos. América Latina. Cotidiano.Downloads
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