A escola pública como um potencial agente de requalificação urbana e paisagística
Os sistemas de espaços livres nas escolas como elementos de conexão e preservação
DOI:
https://doi.org/10.17271/23188472139020256177Palavras-chave:
Arquitetura escolar, Sistema de Espaços Livres, Qualidade de Vida, Escola PúblicaResumo
Objetivo – Este artigo tem como objetivo analisar como os sistemas de espaços livres em escolas públicas podem funcionar como elementos de conexão e preservação da paisagem, além de atuarem como agentes de requalificação urbana e paisagística, especialmente em áreas periféricas.
Metodologia – A pesquisa adota uma abordagem qualitativa combinada com estudo de caso, utilizando observação direta, entrevistas com a comunidade escolar e análise espacial dos espaços livres (considerados como bordas). Complementarmente, aplicaram-se os instrumentos metodológicos Bonde a Pé e Painel dos Desejos, visando uma análise participativa e interdisciplinar que integra arquitetura, educação e sustentabilidade.
Originalidade/Relevância – O estudo explora o potencial transformador das escolas na relação entre urbanidade, educação e paisagem, preenchendo uma lacuna teórica ao abordar os sistemas de espaços livres como parte essencial do território educativo e da paisagem urbana.
Resultados – Os resultados demonstram que os espaços livres escolares (como pátios e áreas adjacentes) podem fortalecer vínculos sociais, promover a preservação ambiental e revitalizar territórios degradados quando integrados a atividades comunitárias. O estudo de caso da EEEI Sd. PM Eder Bernardes dos Santos ilustra como as ações participativas impulsionam a requalificação urbana e a integração escola-comunidade.
Contribuições teóricas/metodológicas – O trabalho amplia o conceito de território educativo ao incorporar os espaços livres como componentes da paisagem urbana, reforçando a importância de métodos qualitativos e participativos na análise de escolas como elementos urbanos dinâmicos.
Contribuições sociais e ambientais – Destaca-se o papel das escolas na promoção de inclusão social, conservação ambiental e valorização da paisagem local, reforçando sua capacidade como agentes de transformação em áreas marginalizadas. A parceria com universidades e ONGs evidenciou a eficácia de ações coletivas na conscientização ambiental e na requalificação territorial.
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