Participação Social como Sistema Autopoiético?
Análise das Instâncias Participativas no Brasil
DOI:
https://doi.org/10.17271/23188472139020256175Palavras-chave:
Participação Social, Autopoiese, Resiliência UrbanaResumo
Objetivo - analisar criticamente o sistema participativo brasileiro à luz da Teoria da Autopoiese.
Metodologia - abordagem qualitativa de natureza teórico-analítica, com base em revisão bibliográfica e análise crítica das instâncias participativas brasileiras, articulando os aportes da Teoria da Autopoiese (Maturana e Varela, 2003; Luhmann, 1989) com autores que discutem a participação social qualificada (Oliveira e Ckagnazaroff, 2023; Lüchmann, 2020) e a resiliência (Heinimann e Hatfield, 2017).
Originalidade/relevância - o artigo propõe um olhar analítico autopoiético sobre a participação social, considerando o sistema participativo como um sistema autopoiético, capaz de reorganização interna, autoprodução e aprendizado.
Resultados – a análise do sistema participativo brasileiro a partir da autopoiese nos permite compreender a capacidade de cada instância participativa em produzir cognição distribuída de forma a fomentar a resiliência urbana.
Contribuições teóricas/metodológicas - proposta de análise baseada em cinco dimensões interdependentes para um sistema participativo autopoiético: diversidade comunicativa, memória social, plasticidade organizacional, acoplamento territorial e ressonância institucional.
Contribuições sociais e ambientais – compreender o sistema participativo como autopoiético oferece subsídios para buscarmos uma governança urbana resiliente com escuta institucional, valorização de saberes territoriais e promoção de cidadãos autônomos aptos a enfrentar os desafios sociais e ambientais contemporâneos.
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