Vivienda propia o en alquiler - qué tipo de ocupación ofrece mejores condiciones de vivienda y el derecho a la ciudad? El caso del municipio de São Paulo – SP
DOI:
https://doi.org/10.17271/312s9530Palabras clave:
Vivienda de alquiler, Calidad urbana, Derecho a la ciudadResumen
Objetivo – El estudio investiga la relación entre la calidad urbana y la vivienda de alquiler en la ciudad de São Paulo, analizando cómo factores estructurales, como la infraestructura, la accesibilidad y la percepción de seguridad, influyen en la elección de alquilar.
Metodología – Metodológicamente, adopta un enfoque cuantitativo y exploratorio, utilizando datos secundarios de fuentes como IBGE (2010), Fundação João Pinheiro (2021) e IBOPE Inteligência (2020), comparando las tarifas de alquiler con la proximidad a los centros económicos, ofertas de empleo, calidad de la infraestructura urbana y percepción de seguridad.
Originalidad/Relevancia – La investigación llena un vacío teórico al examinar la vivienda en alquiler desde una perspectiva multidimensional, más allá de la simple oferta inmobiliaria.
Resultados – Los resultados indican que, aunque la correlación entre ubicación y porcentaje de propiedades alquiladas no es fuerte, existe una tendencia a mayores alquileres en zonas céntricas y bien servidas, mientras que en los nuevos centros económicos esta relación es más débil debido a la valorización inmobiliaria y los altos costos. En términos de infraestructura, las propiedades alquiladas tienden a estar en zonas más desarrolladas, pero la adecuación de la construcción es mayor entre las propiedades propias, posiblemente debido a una mayor inversión continua por parte de los propietarios. Además, la seguridad y la accesibilidad son factores relevantes a la hora de elegir alquilar en zonas céntricas, donde los altos costes de compra hacen que el alquiler sea más viable para muchas familias.
Contribuciones Teóricas/Metodológicas – El estudio contribuye a la planificación urbana, articulando los conceptos de derecho a la ciudad, movilidad y desigualdad socioespacial.
Contribuciones Sociales y Ambientales – También refuerza la necesidad de políticas públicas que promuevan viviendas dignas en localidades bien estructuradas, además de inversiones en transporte público e infraestructura para reducir las desigualdades. Desde una perspectiva ambiental, una mayor ocupación en zonas centrales puede contribuir a reducir los desplazamientos largos, reducir las emisiones contaminantes y promover ciudades más sostenibles.
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Referencias
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