TRANFORMAÇÃO SOCIAL DA RELAÇÃO HOMEM E NATUREZA

Autores

  • Helder Jaime Kus
  • Elisete Guimarães

DOI:

https://doi.org/10.17271/19800827742011142

Resumo

As relações entre o homem e natureza vêm se alterando, principalmente a partir da era moderna em que se inicia o êxodo rural para as cidades, originando duas classes sociais, a burguesia e o proletariado. Isto levou inicialmente a superpopulação no capitalismo determinado não simplesmente pela existência de uma população excedente constituída de ex-camponeses que cultivavam o solo, mas mudanças de relação com a terra. O objetivo deste artigo é evidenciar as mudanças na relação homem e a natureza, a partir do conceito de “falha” na interação metabólica entre o homem e a terra. A partir da gênese do capitalismo vieram as revoluções industriais e agrícolas, o desenvolvimento desigual, a destruição da natureza, os conceitos de países desenvolvidos do hemisfério norte e países periféricos subdesenvolvidos que em sua maioria geograficamente se encontram no hemisfério sul. Com a crescente polarização do sistema capitalista mais evidente a partir de 1970 em diante visualiza-se os blocos hegemônicos de dominação capitalista. Finalizando a abordagem sobre a transformação social da relação homem e natureza observa-se que nos espaços urbanos e rurais o ser humano se distancia da natureza, as relações sociais, consciência humana e ecológica esbarra em limitações poderosas pela hegemonia do capitalismo mundial, ainda a superação desta dicotomia das relações homem e natureza estão em longos caminhos até a sua harmonia.

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Publicado

12-11-2011

Como Citar

KUS, H. J.; GUIMARÃES, E. TRANFORMAÇÃO SOCIAL DA RELAÇÃO HOMEM E NATUREZA. Periódico Eletrônico Fórum Ambiental da Alta Paulista, v. 7, n. 4, 12 nov.2011.