COMPENSAÇÃO AMBIENTAL NA CRIAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO NO ESTADO DE SÃO PAULO: O CASO DOS PARQUES ESTADUAIS DO ‘PANTANINHO PAULISTA’, BRASIL.

Autores

  • Andréa Soares Pires
  • Helder Henrique de Faria

DOI:

https://doi.org/10.17271/19800827832012275

Resumo

Um dos assuntos mais angustiantes para os conservacionistas é quando se debate sobre financiamento dos projetos e das ações para se lograr os objetivos de conservação; sem dúvida este é um dos problemas mais crônicos no processo de criação e implantação de unidades de conservação da natureza no Brasil. Políticas públicas ambientais bem delineadas proveram um suspiro ao sistema gerencial nacional através das compensações ambientais, geradas em função da degradação ambiental provocada por empreendimentos públicos e privados. Este trabalho apresenta o caso da criação e implantação de dois parques estaduais – Aguapeí e Rio do Peixe no estado de São Paulo com recursos quase que exclusivamente advindo destes mecanismos financeiros. Apresenta-se o ambiente, o processo de criação, o planejamento e a implantação de ações e propostas técnico-científicas direcionadas a proteger e conservar uma amostra significativa de habitats e espécies de áreas úmidas.

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Publicado

2012-11-10

Como Citar

Pires, A. S., & Faria, H. H. de. (2012). COMPENSAÇÃO AMBIENTAL NA CRIAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO NO ESTADO DE SÃO PAULO: O CASO DOS PARQUES ESTADUAIS DO ‘PANTANINHO PAULISTA’, BRASIL. Periódico Eletrônico Fórum Ambiental Da Alta Paulista, 8(3). https://doi.org/10.17271/19800827832012275