Análise de alternativas de sistemas de esgotamento sanitário para instituição de ensino e pesquisa em Rio Verde, Goiás
DOI:
https://doi.org/10.17271/23188472128720245267Palavras-chave:
Saneamento básico, Águas residuárias, Viabilidade econômicaResumo
Dentre os serviços do saneamento básico, a coleta e o tratamento do esgoto são importantes para a saúde. É de responsabilidade dos empreendimentos coletivos a implantação e manutenção do esgotamento sanitário no interior de sua propriedade. O IFGoiano campus Rio Verde teve pouca atualização no sistema de esgotamento sanitário no decorrer dos anos, e conta com uma rede antiga de cerâmica e de fossas rudimentares as quais contém rachaduras e degradações e, possivelmente estão contaminando o solo. Existem algumas alternativas possíveis para a atualização do sistema de esgotamento sanitário do campus. Uma delas é estabelecer uma rede coletora nova que será interligada na rede pública existente da cidade. Outra opção seria setorizar o esgoto em sistemas descentralizados com a aplicação conjunta de tanques sépticos e wetlands. Mediante a isso, este trabalho visa analisar a viabilidade econômica de cada alternativa proposta de adequação do sistema de esgotamento sanitário do campus, sendo que foi possível observar que a rede centralizada é um sistema com mais confiabilidade dos usuários, porém, mais oneroso, totalizando um custo de execução de R$ 1.849.549,35. Já a rede descentralizada é um sistema ainda não tão popular, porém menos oneroso, totalizando um custo de execução de R$ 1.382.480,23. Além desses valores a rede centralizada conta com uma estimativa de custo de operação e manutenção de R$ 13.187.424,57 no decorrer de 20 anos, que torna a escolha por esta alternativa inviável, pois os custos de operação e manutenção da rede descentralizada são de R$ 44.697,60.
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