Gestão e diretrizes para conservação do patrimônio arquitetônico
DOI:
https://doi.org/10.17271/2318847253120171582Resumen
Ao mesmo tempo em que um patrimônio arquitetônico apresenta-nos carregado de sua experiência formal, ele também nos apresenta seu contexto contemporâneo, partindo para infinitas possibilidades de interação Monumento-Entorno-Sociedade. Muitas vezes esses entornos, associados a outros fatores como o tempo, desastres naturais e ações públicas e sociais de abandono, causam a degradação e a morte prematura desses patrimônios. Este trabalho tem como objetivo delinear as teorias de conservação em patrimônios arquitetônicos de John Ruskin, considerando para isso os processos e as práticas que podem ser aplicadas de forma que o monumento e seu entorno não percam o valor cultural decorrente de sua degradação e abandono. Levamos em consideração as teorias sobre patrimônio arquitetônico de John Ruskin e as principais correntes de pensamento no Brasil e no mundo. A conservação deve ser entendida como um processo sistemático, preventivo ou corretivo, sendo a melhor maneira de se preservar qualquer patrimônio histórico, tombado ou não. Deve ser também entendido imprescindivelmente com uma função social, que pode ou não se modificar ao logo do tempo. A discussão da conservação de edifícios de patrimônio arquitetônico, sua relação social, temporal e material contribui para apontar as formas mais relevantes de se fazer processos de conservação.
PALAVRAS-CHAVE: Patrimônio Arquitetônico. Conservação. Gestão Pública.
Descargas
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Los autores conservan los derechos de autor de sus trabajos y conceden a la Revista Nacional de Gerenciamento de Cidades (RNGC), publicada internacionalmente bajo el título National Journal of City Management (RNGC), el derecho de primera publicación.
Los artículos se publican bajo la licencia Creative Commons Attribution 4.0 International (CC BY 4.0), que permite compartir, distribuir, reproducir, adaptar y reutilizar el contenido en cualquier medio o formato, incluso con fines comerciales, siempre que se otorgue el debido reconocimiento a los autores, a la revista y a la publicación original.
Toda reutilización del contenido deberá indicar claramente la autoría, la fuente de publicación y la licencia correspondiente.







