Sustentabilidade e Eficiência Energética na Residência Robert Schuster
Uma Investigação Bioclimática
DOI:
https://doi.org/10.17271/23188472128620245303Palabras clave:
Arquitetura bioclimática, Severiano Porto, Residência Robert SchusterResumen
O termo “arquitetura bioclimática” surgiu no século XX a partir de estudos e análises realizados pelos irmãos Victor e Aladar Olgyay, pioneiros na discussão. Eles desempenharam um papel crucial no desenvolvimento de conceitos e princípios que integram recursos naturais, como a ventilação, o sombreamento e a iluminação natural entre outros, à prática arquitetônica, visando a concepção de edificações mais sustentáveis, confortáveis e energeticamente eficientes. O objetivo principal deste artigo é identificar e analisar as estratégias bioclimáticas implementadas na Residência Robert Schuster (1978), localizada em Manaus, Amazonas. A abordagem metodológica do estudo está fundamentada em duas etapas: a primeira consiste em uma revisão bibliográfica, visando auxiliar na descrição projetual do objeto de estudo. A segunda parte compreende a análise das estratégias bioclimáticas de ventilação natural e sombreamento recomendadas pela plataforma “Projetando Edificações Energeticamente Eficientes” – Projeteee (2023) para a cidade de Manaus, Zona Bioclimática 8, a fim de identificá-las na Residência Robert Schuster através de esquemas em planta baixa, cortes e análise projetual. Este projeto, de autoria do arquiteto brasileiro moderno Mario Severiano Porto, foi selecionado por representar de forma exemplar a arquitetura bioclimática no Brasil. Os resultados demonstram um edifício em harmonia com o meio ambiente, que valoriza os materiais e técnicas construtivas locais, integrando a identidade regional ao repertório moderno, e atendendo de forma eficaz às necessidades locais por meio de soluções simples e integradas à natureza.
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