Notas sobre as múltiplas centralidades: uma análise da cidade de Fortaleza-CE
DOI:
https://doi.org/10.17271/2318847285820202134Keywords:
Centralidades, Segregação Socioespacial, Equipamentos Urbanos.Abstract
Estudo descritivo e transversal, com objetivo de apontar as centralidades da cidade de Fortaleza-CE, Brasil, através do âmbito e segregação socioespacial, partindo do conceito que a centralidade é um local geográfico dentro da cidade que concentra os melhores investimentos de infraestrutura e equipamentos. Para a coleta de dados utilizou-se um roteiro estruturado, constituído por questões para caracterização da centralidade e de equipamentos urbanos. Após esta etapa, foi elaborado a edição de um mapa para melhor visualização das centralizardes. Conclui-se que as referidas centralidades, além do centro tradicional, estão nos bairros Aldeota, Meireles, Montese, Antônio Bezerra, Parangaba e Messejana e nas redondezas da Av. Washington Soares e margens da Av. Bezerra de Menezes. Essas regiões possuem grandes equipamentos, como shoppings centers, hospitais, infraestrutura viária e muitos espaços de consumo, que atraem populações de áreas vizinhas e distantes para usufruir das oportunidades que esses espaços podem oferecer.Downloads
References
CEARA. Mapa de Fortaleza. Disponível em: <http://www.ceara.com.br/fortaleza/mapadefortaleza.htm>. Acesso em: 11 maio 2019.
O POVO. Anuário do Ceará. Disponível em:<http://www.anuariodoceara.com.br/mapa-de-fortaleza/>. Acesso em: 11 maio 2019.
BAUER, M. W.; GASKEL, G. (Orgs.). Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: um manual prático. Tradução: P. A. Guareschi. Petrópolis (RJ): Vozes, 2008.
BENTO, Victor Régio da Silva. Centro e periferia em Fortaleza sob a ótica das disparidades na infraestrutura de saneamento básico. 2011. 172 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Mestrado Acadêmico em Geografia, Centro de Ciências e Tecnologia, Universidade Estadual do Ceará – Uece, Fortaleza, 2011
CDPU/COURB - COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO URBANO / CÉLULA DE DESENVOLVIMENTO DOS PLANOS E INSTRUMENTOS URBANÍSTICOS. Estudo para identificação de novas centralidades (polos/corredores) de atividades não residenciais no município de Fortaleza – 2013. Fortaleza: Prefeitura de Fortaleza.
CEARA. Mapa de Fortaleza. Disponível em: <http://www.ceara.com.br/fortaleza/mapadefortaleza.htm>. Acesso em: 12 maio 2019.
CORVALÁN, A. L. Transporte, movilidad y exclusión: el caso de Transantiago en Chile. Revista Electrónica de Geografía y Ciencias Sociales, Barcelona, v. 12, n. 270, não p. 2008. Disponível em: http://ingenieria.uncuyo.edu.ar/catedras/transporte-movilidad-y-exclusion-el-caso-de-transantiago-en-chile.pdf
Acesso em: 02 nov. 2019.
DAWALIBI, Nathaly Wehbe et al. ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO E QUALIDADE DE VIDA DE IDOSOS FREQUENTADORES DE UNIVERSIDADES ABERTAS PARA A TERCEIRA IDADE. Psicologia & Sociedade, MG, v. 2, n. 26, p.496-505, 01 fev. 2014.
DIOGENES, Beatriz Helena Nogueira. Dinâmicas urbanas recentes da área metropolitana de Fortaleza. 2012. 359 f. Tese (Doutorado) - Curso de Arquitetura e Urbanismo, Centro Tecnológico, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2012
GONÇALVES, Tiago Estevam. PRODUÇÃO DO ESPAÇO URBANO: NORTH SHOPPING NA DINÂMICA DE NOVAS CENTRALIDADES EM FORTALEZA- CE. Caminhos de Geografia, Uberlândia, v. 37, n. 12, p.162-170, 01 abr. 2011. Mensal.
LOPES, Francisco ClÉbio Rodrigues. A CENTRALIDADE DA PARANGABA COMO PRODUTO DA FRAGMENTAÇÃO DE FORTALEZA (CE). 2006. 161 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Geografia, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2006
MINAYO, M.C.S.; DESLANDES, S.F.; GOMES, R. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 33. ed. Petrópolis (RJ): Vozes, 2013.
VILLAÇA, Flávio. Espaço intraurbano no Brasil. São Paulo: Studio Nobel: FAPESP: Lincoln Institute, 2001
Downloads
Published
Issue
Section
License
Authors retain copyright of their work and grant the National Journal of City Management (RNGC), internationally published as Revista Nacional de Gerenciamento de Cidades (RNGC), the right of first publication.
Articles are published under the Creative Commons Attribution 4.0 International License (CC BY 4.0), which permits sharing, distribution, reproduction, adaptation, and reuse of the content in any medium or format, including for commercial purposes, provided that appropriate credit is given to the authors, the journal, and the original publication.
Any reuse of the content must clearly indicate authorship, source of publication, and the applicable license.







